sexta-feira, 24 de abril de 2009

Pinguim Nicolau, História de vida


“Senhor Nicolau” tem medo da água do mar
Família de Aveiro cuida de pinguim há mais de 40 anos "Nicolau Barros" vive numa casa na principal avenida de Aveiro há mais de 40 anos. Tudo seria normal, se "Nicolau" não fosse um pinguim de estimação. Nos anos 60, foram apanhados pelas redes do navio "Ilha de São Nicolau", ao largo da África do Sul, alguns pinguins do Cabo, um deles veio parar a Aveiro. O comandante trouxe-os para Portugal e entregou sete ao Jardim Zoológico de Lisboa, mas o “Nicolau” seguiu para Aveiro escondido da lei numa caixa de sapatos. Foi o único que sobreviveu. O pai de António Barros trabalhava numa clínica em Aveiro. Mandou fazer um pequeno lago e levou o pinguim para lá. Há 20 anos a clínica fechou e desde então, este pequeno jardim é a casa do “senhor Nicolau”. Todos os dias, o "senhor Nicolau" come pelo menos 1 quilo de peixe. Gosta de verdinhos e fanecas e não engraça muito com as sardinhas. São gostos caros. O que vale são os amigos pescadores. Já são mais anos de terra do que de mar. “Nicolau” fartou-se do pequeno lago e da banheira, onde agora já só crescem plantas. Ganhou aversão à água. Banhos, só de mangueira. Há milhões de pinguins do Cabo na África do Sul. Aqui em Aveiro, "Nicolau" está sozinho. Só teve uma namorada e o caso acabou mal. Sete anos e meio depois, a gaivota partiu e nunca mais voltou. Mas o “senhor Nicolau Barros” nunca está sozinho. Mesmo de férias, a família faz uma escala para que esteja sempre alguém para dar de comer ao pinguim e as respectivas mangueiradas. “Nicolau” já é mesmo da família. Está perfeitamente domesticado.Ernesto Barros tem uma química especial com o “Nicolau”. Dos três irmãos, é ele que o leva a passear nas ruas de Aveiro e à praia para brincar na areia. São muitos os olhares de espanto quando as pessoas se cruzam no passeio com um pinguim chamado “Nicolau”. Alguns ainda se lembram dele no lago da antiga clínica há mais de 40 anos. Na maior parte dos dias, Nicolau contenta-se em ver os carros e as pessoas passarem na avenida principal de Aveiro. Ernesto e “Nicolau” cresceram juntos. Os anos de amizade já são tantos que, às vezes, o “Nicolau” é mais do que um animal de estimação. Os donos do pinguim já perderam a conta às perguntas de quem passa. As explicações já estão na ponta da língua. O “Nicolau” parece um pinguim feliz. Gosta da família que encontrou. Dá-se bem com o clima. Gosta da areia, do sol, mas sobretudo da chuva. A escolha deste pinguim parece já ter sido feita há muito tempo. Mais uma vez, o “senhor Nicolau” foi à praia mas decidiu virar as costas ao mar.
Notícia que encontrei hoje nas notícias da Sic na Net e achei-a tão ternurenta que não pude deixar de a referir aqui no meu blog.

domingo, 19 de abril de 2009

Moita do Ribatejo, Portal Manuelino

Este portal Manuelino encontra-se numa rua da Vila da Moita, infelizmente em grande estado de degradação mas que há-de ser recuperada, concerteza, num futuro próximo.
Nesta nova descoberta de pontos de interesse na Moita, tive a gentil colaboração da D. Paula, Moitense,funcionária da Câmara Municipal, e que sabe de história deste lugar de tal modo que, em minha opinião devia pôr os seus conhecimentos em livro. Adorei falar com ela e espero que não seja a minha última oportunidade.

Santa Teresinha do Menino Jesus, Moita


Nesta residência da Moita venera-se Santa Teresinha do Menino Jesus como prova a existência deste Nicho com a imagem da Santa.

Nossa Senhora da Piedade, Moita

Um Nicho a Nossa Senhora da Piedade, venerada na Vila da Moita, mesmo à beirinha do Tejo.

Catavavento náutico na Moita do Ribatejo











Hoje tive a sorte de estar no Centro Náutico da Moita e encontrar um grupo de pessoas com este catavento lindo que vai ser colocado num barco da Moita, um dia destes e infelizmente estando eu com alguma pressa, apenas pude apurar que a parte de ferragem é da autoria do Senhor Amândio que também estava lá presente. Adorei e tive o privilégio de ver o catavento antes de ser montado no mastro do barco. É muito mais bonito ao natural do que as minhas fotos apressadas puderam captar mas de qualquer modo foi um momento único, para mim!!

sábado, 18 de abril de 2009

Museu da Electricidade, Relógio da estação de Belém, Lisboa





























Aqui, à beira Tejo, Belém com o seu Museu da Electricidade, o Restaurante Amo-te Tejo, o relógio da Estação e o sino, os corvos que apareceram de repente na relva, a ponte 25 de Abril e uma zona sempre linda em Lisboa que dispensa apresentações.
Apesar de eu ter estudado perto de Belém, concretamente na Escola Comercial Ferreira Borges e ir passear muitas vezes para esta zona não me lembro da anterior utilização deste edifício mas o meu filho mais velho visitou este museu quando andava no secundário.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Palheira em Foz da Moura

Um blog com imagens serranas e que eu conheci hoje. Aqui fica para quem gostar e queira visitar:http://rouxinoldepomares.blogs.sapo.pt/:

segunda-feira, 23 de março de 2009

Montijo, Aldeia Galega do Ribatejo, Aldegalega
















Três dos nomes, dois antigos que denominaram e o actual que denomina esta localidade portuguesa, ribeirinha do Rio Tejo, aqui com umas belas imagens d'ontem dia 22/3/09. Estas foram obtidas na zona ribeirinha com um excelente percurso para passear, caminhar, andar de bicicleta ou simplesmente disfrutar da paisagem.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Macho Único de Águia Imperial abatida em Portugal

Águia Imperial

Macho único foi encontrado morto há duas semanas
Exigida investigação ao abate ilegal de águia-imperial.
A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) exigiu hoje que o abate ilegal e a tiro do macho do único casal de águia-imperial que nidificou em Portugal em 2008 seja investigado e os responsáveis punidos.
Trata-se de "um crime grave contra a natureza" que "põe em causa a conservação" da águia-imperial em Portugal, frisa a SPEA, considerando "muito importante" que o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) "leve, até às últimas consequências, o apuramento de responsabilidades" pelo abate. "Nomeadamente através de queixa-crime contra os responsáveis pela zona de caça em causa e/ou contra terceiros", acrescenta a SPEA, defendendo que o abate "deve servir como motivo para se criar uma lei que atribua responsabilidades na monitorização e protecção da fauna e flora ameaçadas existentes dentro das zonas de caça". Segundo o ICNB, o macho do único casal de águia-imperial que nidificou em Portugal em 2008 foi abatido, entre os dias 21 e 23 de Fevereiro, na área do Vale do Guadiana, numa zona abrangida por uma zona de caça associativa. A águia foi encontrada morta há duas semanas junto ao seu ninho e a necrópsia revelou que foi atingida por chumbos de caçadeira, explicou o ICNB, que vai apresentar uma queixa-crime ao Ministério Público contra "incertos". A ave já tinha abandonado o ninho, frisou o instituto, sublinhando que o abate desta águia configura "uma contra-ordenação ambiental muito grave", segundo o Regime Jurídico da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (Decreto-Lei n 142/2008, de 24 de Julho). Para a SPEA, é "urgente a realização de uma campanha de informação concertada junto dos caçadores e gestores de caça acerca da importância das aves de rapina, do seu papel nos ecossistemas e do modo como podem valorizar a imagem do 'produto cinegético'". Num comunicado conjunto, as associações de ambiente SOS Lince, A Nossa Terra - Associação Ambiental e Almargem lamentaram hoje o abate, que, além de "ilegal", "representa um desastre para a recuperação da águia imperial em Portugal e um entrave à conservação de muitas espécies de predadores, incluindo as planeadas acções de reintrodução do lince ibérico". A águia-imperial é uma das aves de rapina mais ameaçadas do mundo, estimando-se que existam apenas 400 casais sobreviventes, está classificada como "em perigo de extinção" e, a nível europeu, é considerada como "globalmente ameaçada". Em Portugal, estima-se que existam menos de 10 exemplares de águia-imperial, confirmando-se a sua presença no troço superior do rio Tejo e respectivos afluentes, na bacia do rio Guadiana, nomeadamente nas Zonas de Protecção Especial (ZPE) de Moura/Mourão/Barrancos, Vale do Guadiana e Castro Verde. O Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal classifica a águia-imperial como "criticamente em perigo". Trata-se de uma espécie prioritária para a conservação da natureza, no âmbito da legislação europeia (Decreto-Lei n49/2005, de 24 de Fevereiro, relativo à conservação das aves selvagens - Directiva aves - e à preservação dos habitats naturais e da fauna e da flora selvagens - Directiva habitats).
Lusa

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Centro Náutico da Moita,barcos típicos do Tejo


































































Detalhes que encontrei ontem numa visita a este local, o Cais da Moita, onde estavam todos estes barcos e muito mais se podia ver. O colorido é tanto que não se consegue resistir.