quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Sobreira, apanha da azeitona
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Xarope de cenoura
Então atacava-se assim com este xarope caseiro, a tosse e a constipação. Que saudades da minha mãe e dos seus xaropes.
Imagens portuguesas
Algures no Minho, íamos aqui a passar perto quando encontrámos esta cena quase irreal. Parámos e pedimos ordem ao senhor para fotografar. Não consegui memorizar a localidade exacta. Foi pena.Estas vacas foram encontradas por nós num habitual passeio por esta zona, a Foz do Sizandro, Torres Vedras. Era habitual passarem aqui a caminho de um pasto e atravessavem este areal que se encontra para cá das dunas e que também serve de campo de futebol.
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Aqui íamos a passar em Aveiro e dei de caras com esta senhora com a sua canastra à cabeça onde levaria certamente peixe de qualidade. A imagem não ficou muito boa mas foi o possível na altura e através do vidro de um carro em andamento.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Monte de Bois, Bárrio, Alcobaça, Portugal
Fotos gentilmente cedidas por Paulo Eirinha, de uma terra que eu não conhecia, pertencente a Alcobaça, zona muito bonita e com muita da nossa história. Eu e a mãe do Paulo a D. Adelaide, somos colegas nos tempos livres, em ponto de Arraiolos, onde ela abordou e me deu a conhecer pormenores desta localidade, da qual eu nunca tinha ouvido falar. Como se costuma dizer: tão longe e aqui tão perto....
Relógio da Torre do Jardim Gulbenkian
domingo, 19 de outubro de 2008
Pintura Mural na Moita
"Nesta terra quem não cava já cavou
Quem não rema já remou"
Etiquetas:
Moita,
Reprodução de imagem de 1882
Centro Náutico da Moita, Barcos típicos do Tejo
Encontrei o barco que pertence à Câmara Municipal da Moita e onde já fiz dois passeios, um do Rosário à zona da Expo e Belém com piquenique a bordo e o outro do Rosário a Alcochete, desta vez com uma caldeirada confeccionada no barco e umas bifanas.
sábado, 18 de outubro de 2008
Nau portuguesa descoberta na Namíbia

Nau portuguesa na Namíbia
Achados arqueológicos já foram retirados para serem estudados. Foram descobertos vestígios humanos nas escavações arqueológicas da nau portuguesa encontrada ao largo da Namíbia. A retirada das estruturas e objectos mais importantes já foi feita, para que o local voltasse a ficar submerso, já que se trata de uma zona de extracção de diamantes. Os achados arqueológicos vão agora ser estudados, para se perceber, com exactidão, de que embarcação se trata. Tudo começou com a descoberta de uma moeda. Ela permitiu garantir que os vestígios arqueológicos descobertos ao largo da Namíbia, em África, pertenciam a uma embarcação portuguesa. Provavelmente uma nau, ou um galeão. A equipa de especialistas que se deslocou de Portugal e que ao longo de vários dias se juntou a outros arqueólogos em Orangemund já regressou a Lisboa. O achado data de 1 de Abril, mas a verdade foi sendo descoberta ao longo dos últimos meses. Portugueses e espanhóis esqueceram por momentos as dores musculares e nas articulações, para um trabalho duro, mas com resultados positivos: 1600 lingotes de cobre, grandes estruturas em madeira, espadas, tecidos, e até um chinelo e um pente. Objectos que deverão ter uns 500 anos, já que uma das moedas encontrada foi cunhada em 1525. Também vestígios humanos foram descobertos durante o trabalho dos arqueólogos. Tudo isto foi levantado e está agora em laboratório, para investigação. Mas na Namíbia, já que este país africano não assinou a convenção da UNESCO que garante que o património de um determinado país, mesmo que encontrado noutro, pertence ao dono original das peças. Ou seja, neste caso, todo o material encontrado está, legalmente, nas mãos da Namíbia. Para o Governo português, a posse não é agora relevante. A zona onde foram encontrados os vestígios está agora submersa. Trata-se de um local de exploração diamantífera e foi neste contexto que surgiram os primeiros sinais da embarcação portuguesa. Os arqueólogos acreditam que se trata de um barco que iria para a Índia, carregado de ouro e objectos para troca. O IGESPAR, Instituto do Património, que partilha esta investigação, não avança um número para a verba já investida neste projecto. Antes salienta a cooperação entre os governos de Portugal e da Namíbia, e a forma como está a ser conduzido o trabalho, longe da vista dos oportunistas caçadores de tesouros.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
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