quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Sobreira, imagens rústicas











Coisas que encontrei em casa e na horta do Senhor Francisco, azeitonas em diferentes tipos de maturação e as résteas de alhos e de cebolas que fazem parte da decoração pois estão sempre presentes neste local como se de bibelots de tratassem.
Um colírio para os olhos.

Sobreira, apanha da azeitona

Na altura da apanha da azeitona encontrei o Senhor Francisco que nos seus oitenta anos tem ainda a seu cargo esta tarefa anual, que acontece mais ou menos por altura ou em vésperas do São Martinho. Já provei destas azeitonas preparadas para a abertura da água-pé, um vinho fraco que os portugueses gostam muito, por vezes a acompanhar castanhas ou um atum de barrica com batatas cozidas.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Xarope de cenoura

Quando eu era pequenina costumava constipar-me, tinha pieira e muita tosse e a minha mãe além do tradicional vick com que me tentava descongestionar as dificuldades respiratórias, recorria aos famosos xaropes de cenoura e de pinhas verdes. Também se usava o de folhas de piteira mas como não era fácil arranjá-las, o mais vulgar era o de cenoura: cenouras cortadas em rodelas muito fininhas e açúcar mascavado ou amarelo numa tigela e de preferência deixar a marinar umas noites ao luar.
Então atacava-se assim com este xarope caseiro, a tosse e a constipação. Que saudades da minha mãe e dos seus xaropes.

Imagens portuguesas

Algures no Minho, íamos aqui a passar perto quando encontrámos esta cena quase irreal. Parámos e pedimos ordem ao senhor para fotografar. Não consegui memorizar a localidade exacta. Foi pena.

Estas vacas foram encontradas por nós num habitual passeio por esta zona, a Foz do Sizandro, Torres Vedras. Era habitual passarem aqui a caminho de um pasto e atravessavem este areal que se encontra para cá das dunas e que também serve de campo de futebol.




Aqui íamos a passar em Aveiro e dei de caras com esta senhora com a sua canastra à cabeça onde levaria certamente peixe de qualidade. A imagem não ficou muito boa mas foi o possível na altura e através do vidro de um carro em andamento.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Monte de Bois, Bárrio, Alcobaça, Portugal







Fotos gentilmente cedidas por Paulo Eirinha, de uma terra que eu não conhecia, pertencente a Alcobaça, zona muito bonita e com muita da nossa história. Eu e a mãe do Paulo a D. Adelaide, somos colegas nos tempos livres, em ponto de Arraiolos, onde ela abordou e me deu a conhecer pormenores desta localidade, da qual eu nunca tinha ouvido falar. Como se costuma dizer: tão longe e aqui tão perto....

Relógio da Torre do Jardim Gulbenkian



A torre antiga vista de dois ângulos diferentes que se encontra na parte mais antiga do Espaço Gulbenkian em Lisboa. Aqui neste local funcionou há muitos anos a Feira Popular de Lisboa que depois transitou para Entrecampos e daqui para nenhures.
Eu já não me lembro deste espaço como Feira Popular.

domingo, 19 de outubro de 2008

Pintura Mural na Moita

"Nesta terra quem não cava já cavou
Quem não rema já remou"




























Segundo consta na descrição da história deste mural, a primeira pintura foi feita em 1982 por decisão popular tendo sido agora refeita por nova pintura em Setembro de 2008, reproduzindo uma imagem de 1882 e em homenagem à população da Moita.

Centro Náutico da Moita, Barcos típicos do Tejo

































































Hoje dia 19 de Outubro estive na Moita, no encontro mensal do hacets mas enquanto vai e não vai fui andando até aos preciosos barcos típicos do Tejo e ao Centro Náutico da Moita em que nada se repete. Por muitas vezes que lá vá há sempre coisas diferentes a assinalar.

Encontrei o barco que pertence à Câmara Municipal da Moita e onde já fiz dois passeios, um do Rosário à zona da Expo e Belém com piquenique a bordo e o outro do Rosário a Alcochete, desta vez com uma caldeirada confeccionada no barco e umas bifanas.

sábado, 18 de outubro de 2008

Nau portuguesa descoberta na Namíbia


Nau portuguesa na Namíbia
Achados arqueológicos já foram retirados para serem estudados. Foram descobertos vestígios humanos nas escavações arqueológicas da nau portuguesa encontrada ao largo da Namíbia. A retirada das estruturas e objectos mais importantes já foi feita, para que o local voltasse a ficar submerso, já que se trata de uma zona de extracção de diamantes. Os achados arqueológicos vão agora ser estudados, para se perceber, com exactidão, de que embarcação se trata. Tudo começou com a descoberta de uma moeda. Ela permitiu garantir que os vestígios arqueológicos descobertos ao largo da Namíbia, em África, pertenciam a uma embarcação portuguesa. Provavelmente uma nau, ou um galeão. A equipa de especialistas que se deslocou de Portugal e que ao longo de vários dias se juntou a outros arqueólogos em Orangemund já regressou a Lisboa. O achado data de 1 de Abril, mas a verdade foi sendo descoberta ao longo dos últimos meses. Portugueses e espanhóis esqueceram por momentos as dores musculares e nas articulações, para um trabalho duro, mas com resultados positivos: 1600 lingotes de cobre, grandes estruturas em madeira, espadas, tecidos, e até um chinelo e um pente. Objectos que deverão ter uns 500 anos, já que uma das moedas encontrada foi cunhada em 1525. Também vestígios humanos foram descobertos durante o trabalho dos arqueólogos. Tudo isto foi levantado e está agora em laboratório, para investigação. Mas na Namíbia, já que este país africano não assinou a convenção da UNESCO que garante que o património de um determinado país, mesmo que encontrado noutro, pertence ao dono original das peças. Ou seja, neste caso, todo o material encontrado está, legalmente, nas mãos da Namíbia. Para o Governo português, a posse não é agora relevante. A zona onde foram encontrados os vestígios está agora submersa. Trata-se de um local de exploração diamantífera e foi neste contexto que surgiram os primeiros sinais da embarcação portuguesa. Os arqueólogos acreditam que se trata de um barco que iria para a Índia, carregado de ouro e objectos para troca. O IGESPAR, Instituto do Património, que partilha esta investigação, não avança um número para a verba já investida neste projecto. Antes salienta a cooperação entre os governos de Portugal e da Namíbia, e a forma como está a ser conduzido o trabalho, longe da vista dos oportunistas caçadores de tesouros.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Dito popular

Trinta dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro, 28 terá um e os mais têm 31....