quarta-feira, 22 de julho de 2009

Os Minis e a Ria de Aveiro com os seus barcos típicos

Aqui é possível ver os barcos típicos e lá mais adiante, a fila dos Minis. Um dia muito colorido.
Fotos com alguns anos, numa concentração organizada pelo Clube Mini de Portugal, do qual éramos sócios, que decorreu com encontro junto ao Fórum de Aveiro e posterior passeio com os Minis até ao local, onde existia um bar, no qual tinham sido dados os primeiros passos para a criação do Clube. Aqui nesta marina estiveram juntos barcos típicos de Aveiro e os minimaníacos, que era o nosso caso.

domingo, 19 de julho de 2009

Palácio Nacional de Mafra, Feira do alho, Rodas do Rover P4


O que se via no espelho das jantes do nosso carro, o Rover 60 P4, que hoje andou pela Moita e por Mafra, parece que andámos a seguir as pisadas do Rei D. João V. Nelas se reflectiam, o Palácio, as batatas e as flores da D. Adélia. Foi até ela que me chamou a atenção para as rodas.

Casa e chafariz no Largo da Feira da Malveira


A única casa e um chafariz com quatro saídas de água, recentemente restaurado, existentes no Largo onde re realiza a feira semanal da Malveira, que antigamente era dos saloios mas hoje desses já restam poucos e a feira mudou, quando a mim para pior. Já lhe retiraram muitas das suas características. Hoje, en vez da venda de batatas, cebolas,alhos, feijões e outros produtos da terra e que ainda existe, mas em menor escala, está invadida pela venda de tralha e pelo que me parece, com grande sucesso. As pessoas não resistem às modernices, muitas delas, da treta.

Palácio Nacional de Mafra, Feira do alho




















Decorreu hoje a feira do alho em Mafra, que ocorre uma vez por ano. Esta feira já foi muito maior, mas hoje está bastante reduzida. Os tempos são outros e os pequenos agricultores têm dificuldades para vender os seus produtos. Eu comprei: feijão seco, feijão verde e uma planta. A senhora, D. Adélia, nossa conhecida há muito tempo destas andanças pelas feiras saloias, ofereceu-me meia dúzia de limões. Apesar de eu ter limoeiros nunca digo que não quando me querem oferecer algo. É sempre bem vindo o que é dado com satisfação e prazer.
A feira tem como fundo o Palácio Nacional de Mafra, que é a jóia desta região e um monumento português importante, do reinado de D.João V.

Centro Náutico da Moita, Barcos típicos do Tejo






Hoje encontrei os barcos típicos do Tejo, no Cais da Moita, com a maré baixa, mas todos vestidos a rigor. Muito engalanados. Ou vinham da festa ou íam para a festa. Lindo o panorama. Lá estavam entre outros, os que eu conheci melhor: Princesa do Tejo, Primavera, Aurora, e um novo para mim, o Luar do Tejo.

Protecção de barco no Cais da Moita, uma defensa chamada melhelha

Um espanto este trabalho feito em nós. Sei que tem um nome,mas de momento não me ocorre qual.
Aqui, enquadrado numas amarras, um pauzinho de mexer a tinta para a pintura dos barcos e que encontrei enterrado na areia do Cais da Moita.

Flores à porta, Painel de azulejos publicitário, Porta antiga, azulejos, Moita







Na busca de algo novo quando ando a pé pela Moita, hoje foi a vez destas três imagens. Pois, nem só do Rio vive a Moita. Há muita coisa bonita para ver.

Pintura mural na Moita do Ribatejo, Portugal







Três detalhes de uma pintura mural perto da zona ribeirinha da Moita e que veio substituir uma anterior da qual também fiz um post. Linda esta pintura. Homenagem da Moita aos seus habitantes.

sábado, 18 de julho de 2009

Pérola do Bolhão, Porto, Portugal


Pérola do Bolhão, Porto
As fotos já com uns anos numa das vezes que fui ao Porto, mas que não encontrava e hoje dei com elas. Ainda não são de máquina digital mas não estão muito mal. Este estabelecimento encantou-me. Há uns tempos fizeram uma reportagem televisiva em vários destes locais de comércio tradicional e os proprietários foram entrevistados. Lá resistem como podem ao modernismo. Uma das coisas espectaculares que podemos encontar na Cidade do Porto. Longa vida à mercearia Pérola do Bolhão. Eu quero que os meus netos ainda a possam conhecer.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Casa dos parafusos, Rua da Boavista, Lisboa

Azulejos antigos que decoram a fachada desta antiga loja lisboeta: a Casa dos Parafusos, com mais de cem anos, hoje com nova gerência. Além do negócio própriamente dito, o mundo dos parafusos, dá gosto ver estes azulejos. Esta loja situa-se na Rua da Boavista a seguir à Rua de São Paulo em Lisboa e estas fotos não estão muito bem pois são de um telemóvel mas sempre é melhor que nada...

Sinal de vida, Aqui mora gente...

Nesta porta o capote para abrigar da chuva, que consta de uma saca antiga dobrada ao meio, que por aqui ainda se vai vendo uma vez ou outra e parece que resulta. Do lado de fora da porta umas ferraduras, para dar sorte...
Apesar de muito velhinha, esta casa, ainda é habitada. Veja-se a roupa estendida...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Aqui foi mar há 20 milhões de anos, Rua Sampaio Bruno, Lisboa
























"Aqui foi mar há 20 milhões de anos, um mar de águas pouco profundas...".
Já conhecia este monumento geológico há bastante tempo mas só ontem tive oportunidade de o fotografar. Um espaço invulgar que é mantido e preservado pelos responsáveis, com muito zelo. Para quem gosta deste tema, a geologia, tem a oportunidade de ver ali mesmo no passeio da Rua Sampaio Bruno, em Lisboa, um pouco do que era visto por aqui há 20 milhões de anos....

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Painel de azulejos antigos, Nitrato do Chile, Venda do Pinheiro, Portugal

Já passei por este painel centenas de vezes e hoje tive a oportunidade da foto. Antes que desapareça do sítio. Este encontra-se numa propriedade particular junto à estrada principal na Venda do Pinheiro, concelho de Mafra.
Havia muitos espalhados pelo país e têm desaparecido aos poucos. Desde sempre me lembro destes painéis publicitários ao Nitrato do Chile, que era composto de guano e considerado um adubo de excelência para os agricultores.
Fazendo referência ao comentário inserido nest post sobre o roubo de azulejos portugueses, concordo, pois tenho assistido, especialmente na cidade de Lisboa, a esse flagelo. Um dos exemplos a que fui assistindo, trata-se de uma fachada de um prédio na Av. Elias Garcia que já tinha falta de alguns e que eu fotografei mas passado pouco tempo tinham desaparecido bastantes azulejos. Este é apenas um exemplo. A noite esconde muitas actividades que nós durante o dia não observamos e uma delas é sem dúvida o roubo dos nossos azulejos.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O número 6 viveiro de caracóis bébé

Algures no meu caminhar diário passei por este 6 transformado num viveiro/abrigo de caracóis.