quinta-feira, 15 de julho de 2010

Fajão, Museu Monsenhor Nunes Pereira, Pampilhosa da Serra

Fachada da parede frontal do Museu

Apetrecho originário da Holanda, para fazer manteiga, oferecido ao Museu por um casal de holandeses
O responsável e guia, Senhor José Amorim, lisboeta em Fajão


As chaves de outros tempos


Santo António


Fernando Pessoa


Moínho em Delft, Holanda


O cantinho dedicado aos instrumentos musicais


Representação de um quarto de dormir, cama com colcha de retalhos de fazenda, lavatório, toalha de linho, sabão azul e branco e os imprescindíveis penicos...

Homenagem às costureiras


Loiças portuguesas


O forno da casa


No fumeiro, representação de um chouriço em madeira, talhado à mão


As masseiras da época


O Cortiço do mel, com os apetrechos e a respectiva máscara em rede de arame


Ferros de engomar, a carvão e os de aquecer nas brasas


Imagens religiosas construídas pelo pai de Monsenhor Nunes Pereira, cuja estrutura é de madeira com as faces em gesso


Memórias da profissão do pai de Monsenhor Nunes Pereira, carpinteiro, cujas ferramentas foram guardadas e estão aqui expostas, para regalo dos visitantes...


Seixos do Rio, onde estão esculpidas faces de mulher, numa permanente homenagem ao que ela simboliza e sobretudo à mãe de Monsenhor que ele adorava...



Aqui exemplifico nestas fotos, alguns dos pormenores que me chamaram a atenção na visita a este Museu em Fajão, Pampilhosa da Serra, criado graças ao gosto de Monsenhor Nunes Pereira, entretanto falecido e cuja vida, além da religiosa, também foi a de artista de muitas artes, sendo da sua autoria quase todas as representações expostas, nas várias técnicas, tendo viajado por muitos lugares, retratou de diversas formas esses locais. Dedicou-se também à recolha de objectos antigos, dos quais se destaca o conjunto de ferramentas utilizado pelo seu pai que era carpinteiro.
Também, como curiosidade deste espaço, é interessante lembrar que na casa onde é hoje este Museu, viveu uma família constituída por 17 pessoas: pai, mãe e 15 filhos!!!

4 comentários:

Presépio no Canal disse...

Mas que maravilha de post ;-) Isabel!
Amei o museu. O quarto fez lembrar a casa dos meus avos. Neste caso, o lavatorio estava na cozinha, onde me lembro de lavar as maos antes e depois das refeicoes. Dos penicos tambem me lembro ;-) As maquinas de costura...a minha mae havia de adorar ver...foi costureira...as referencias a Holanda, que giras, e a maquina que os holandeses deram, giro, giro...
Lindo, Isabel! Adorei!

Luisa disse...

Olá Isabel

Estou em falta consigo, é imperdoável.

Mais um bom post. Mostrar este belo museu, é fazer serviço público. Tenho um lavatório desses, oferecido pela minha sogra. É lindo!

Não conheço Fajão. Quando me aposentei pensei em viajar cá dentro, contudo as nossas mães precisam muito de nós. Há prioridades!

Um beijinho e bom domingo

Joaquim disse...

Obrigado pelas fotos maravilhosas que me levaram a recuar no tempo e a recordar coisas da minha infância.

Portugal tem lugares muito bonitos que, mercê de espaços, como o seu,
começam a ter a divulgação que merecem.

Parabéns pelo excelente trabalho!..

Edu disse...

Parabéns pelo blog e pelo excelente post!
Sou brasileiro e tive a oportunidade de visitar a graciosa aldeia de Fajão e o museu em março passado com amigos de Vila Nova do Ceira.
O museu me remete ao início do século passado, tempo em que meus avôs viviam nesse maravilhoso país...
Abraços.
Eduardo - http://mecasantista.blogspot.com/